5 de fevereiro de 2013

Slipers, pra que te quero?

Quando lançaram "a moda" dos slipers, confesso, torci o nariz. Achei masculino, esquisito, sei lá. Não gosto muito de roupa feminina com pegada masculina, estilo boyish, etc. Acho que porque, durante minha adolescência, mandei ver nessas coisas "oversized", nos Converse pretos, camisas de banda com corte tradicional... 

Mas aí surgiu a oportunidade de ter um sliper da Melissa, o Virtue, em estampa de oncinha (nas cores tradicionais). Uma oportunidade muito boa, diga-se de passagem, por menos da metade do valor do dito cujo. E eu resolvi pegar o par de slipers e ver no que dava. Só sei que não consigo mais me desgrudar deles... Hehehe!


Primeiro ponto: sapato mais confortável do mundo. Não costumo variar muito de modelo de Melissa porque já descobri a meia dúzia que não me machuca, mas o Virtue foi um tiro no escuro que super deu certo. Uso ele o tempo todo!

Segundo ponto: é de plástico, o que tá sendo muito útil nos dias chuvosos que esse verão do RJ tá trazendo. Me recuso a usar minhas botas em pleno verão. Me recuso mesmo, afinal, são de couro e sempre acabam imundas... Além da chuva não fazer bem pro couro, né? Como eu nunca encontrei galochas (acho várias lindas!) que caibam nas minhas panturrilhas gigantes, acabo sempre de tênis... Mas agora revezo os tênis com o Virtue! Tão fácil de limpar, tão útil nos dias de chuva! E tão fácil de combinar com tudo, afinal, animal print, de onça, em especial, nos detalhes sempre enriquece a roupa escolhida! 

Terceiro ponto: ficou tão lindo no meu pé (e eu achei que essa modelagem não ia me favorecer!), que já comprei mais dois slipers depois dele, um azul bic e um dourado, ambos em liquidações. Esses, infelizmente, não podem "passear" nos dias de chuva porque são de suede (é camurça que chama aqui no Brasil? nunca sei!) e glitter.  

Me apaixonei por slipers e fiquei feliz de saber que são uma tendência que vai durar um tempo! Agora tô tomando coragem pra experimentar os docksides, também super masculinos... Vamos ver, né? Um dia desses eu dou uma pirada, entro numa loja e faço um test-drive! :)

2 de fevereiro de 2013

Dentre tantas manias que eu tenho...

Resolvi começar mais um daqueles desafios fotográficos do Instagram (sou mega viciada no Insta, gente, vocês já devem ter percebido!) e logo o primeiro dia fazia referência a "mania". Olha só, eu tenho um monte de mania. Acho que tenho mania que nem acho que é mania! Mas, no momento que decidi participar de mais esse desafio, estava entrando no meu banheiro para lavar o rosto, aplicar creminhos e dei de cara com essa visão:


Foi quando percebi, assim, de leve, que tenho mania de... cosméticos! Aí tirei a foto e postei. Mas mais do que mania de cosméticos, acho que tenho mania de "cheirinhos". São tantas as coisas que compro porque tem "um cheirinho bom"... Mil hidratantes, body splash, perfumes, cremes capilares... Adoro um cheirinho diferente! Uso todos, todinhos.

Essa semana resolvi experimentar mais um cheirinho e apaixonei total: Natura Verão Lima e Tangerina. Quem já usou? Suave, refrescante, delicinha demais! Tô louca com ele e olha que tô usando o hidratante de banho, que tem uma fixação menos intensa que o hidratante comum... Bom demais esse cheirinho, gente! 



Acho que essa minha mania de cosméticos (muito) cheirosos começou nos tempos de recém nascido do meu filho. Por recomendação (forte!) da pediatra eu não podia usar perfume... Então comecei a procurar alternativas, tipo shampoos cheirosos (e adequados, claro), hidratantes cheirosos e esses (ótimos) hidratantes de banho que, além de tudo, são muito práticos para as mamães que não tem nem cinco minutos pra um banho digno. Era meu caso! E eu sempre gostei de me sentir cheirosa, mas sem a ajuda dos perfumes, procurei e testei muitas outras alternativas. Acabei com essa mania de comprar cosméticos cheirosos e ir usando, revezando todos, cada dia com um cheirinho diferente!

E vocês, curtem "cheirinhos"? Qual o preferido de vocês? 

28 de janeiro de 2013

O primeiro batom vermelho a gente nunca esquece!

Dia desses estava "moscando" pelas lojinhas de maquiagem online que costumo fuxicar e me lembrei que nunca tive um batom vermelho. Nunca usei, pra ser bem sincera. Ninguém nunca me deu um batom vermelho ou me maquiou com batom vermelho. E eu sei lá o porquê disso, mas acho que as pessoas me vêem tão branquelinha e gordinha e pensam que o vermelho não combina com essa visão de anjinho pintada por um Fernando Botero (aquele artista dos gordinhos) da vida.


Aí tomei coragem, vi e revi mil tons de vermelho, pesquisei bem os preços (eu adoro comprar maquiagem, mas eu pesquiso muito preço, qualidade, busco opiniões a respeito dos produtos, etc, é tipo fazer um investimento, né?) e escolhi um da Maybelline chamado Royal Red. 

Nuh, ultra vermelhão! Só vi de verdade quando ele me foi entregue, hoje. Levei uma surrinha para aplicá-lo, fez uma certa cagada, mas, no fim, adorei! A cor é linda, a textura é aveludada... Fiquei positivamente impressionada! E apaixonada... Quero ter algo pra fazer que me dê chance de usar esse batom muito em breve! 



Olha aí a foto, gente! Nem me maquiei nem nada, só tasquei o batom mesmo... Tô com uma carinha estragada de segunda feira (e com a juba descabelada e precisando ver uma tintura imediatamente), mas isso não importa. Esse é meu primeiro batom vermelho em 27 anos de existência. Muita emoção, né?

25 de janeiro de 2013

Sobre a frustração de não ser doce e paciente...

Hoje passei quatro horas, mais ou menos, na rua com Dudu e sem carrinho de bebê. Fomos resolver coisas que precisavam ser resolvidas e como eu não tinha com quem contar pra deixar ele, levei. Estou morta com farofa até agora, com dor em absolutamente todos os músculos, dor de cabeça e vontade de enfiar a cara no travesseiro e chorar até me acabar em lágrimas. 

Como é frustrante estar completamente irritada e ter que agir com toda a doçura do mundo, afinal, uma criança de quase 2 anos não sabe, teoricamente, se o que está fazendo é certo ou errado, se pode ou não pode fazer aquilo e, se sabe, vai desafiar você um tanto porque, né, é o que crianças fazem. Cheguei em casa muito estressada de correr atrás, dizer "não pode mexer nisso, filho", tentar segurar a mão dele, pegar no colo, tomar banhos de Mate e sorvete, ficar com a roupa suja de purê de batata, etc. Cheguei pronta pra desabar na cama e chorar de perceber o quanto esse tipo de coisa me irrita, me estressa, me tira do sério e o quanto não deveria, afinal, sou mãe dele e isso faz parte. Já começo a pensar que sou a pior mãe do mundo nessas horas!

Minha paciência é muito curta e isso faz com que eu faça um esforço descomunal para não demonstrar isso para o Dudu (tipo berrando como uma louca, arrancando meus cabelos e esses lances meio Britney Spears na fase ruim). No fim das contas, estou eu aqui frustrada em saber que sair com meu filho sem instrumentos de controle (a.k.a. carrinho de bebê) me deixa completamente irritada e estressada, além de cheia de dores musculares e um cansaço supremo.

Hoje só quero meter a cara no travesseiro, me esconder debaixo de cobertas e esperar essa sensação ruim passar. E, talvez, isso demore.

21 de janeiro de 2013

Sobre maternidade, suas (muitas) agruras e a tv fora do ar.


Acabo de ler um texto muito bacana sobre "o lado B da maternidade", ou seja, o lado não feliz e colorido que ninguém nunca compartilha porque: 1) tem vergonha; 2) tem medo; 3) é moralmente incorreto; 4) prefere fingir que não existe; 5) é um cyborg e não sente nada; 6) acha que é frescura sentir esse tipo de coisa (a minha querida professora de pilates me disse, dia desses, que era frescura dizer que criar filho é difícil porque a irmã dela estava tirando de letra a criação da sobrinha, de um ano e meio. eu sorri e acenei porque ela é uma pessoa bacana, apesar desse comentário, e eu não pago duas aulas por semana pra me indispôr.). Quando meu filho nasceu, eu me vi presa nessa maldita montanha russa emocional da qual ninguém poderia me salvar. Ninguém, ninguém  mesmo. Não dormir,  não comer, não poder tomar um banho decente com uma lavagem capilar digna, não poder sair de casa (ou poder sair com um "pingente" por determinado tempo sem conseguir entrar num provador, experimentar um sapato, comer usando os dois talheres, etc), etc, foram demais para a minha adulta pessoa. Foram demais mesmo. Tanto que tudo o que me restou foi comer todo o tipo de porcaria cheia de gordura e açúcar (e de fácil acesso) que me causasse imediata sensação de bem estar porque, de qualquer outro jeito, a coisa não rolava. Conclusão dessa "brincadeira": engordei mais do que durante a gravidez. 

Verdade seja dita, a gravidez foi traumática porque me trataram como uma delinquente juvenil até certo ponto dela, mas quanto aos inchaços, diarréias, vômitos, insônia e todas essas coisas que relatam como "sintomas", foi tranquilo. Tive uma gravidez ativa. Frequentei a academia até o oitavo mês. Pois é, eu frequentei academia grávida e tenho preguiça de frequentar agora, não grávida. Mas, assim, quando me descobri grávida, eu topei de tudo e mais um pouco pra ficar "em atividade" já esperando perder boa parte dela quando meu filho nascesse. Aí eu saí um monte, fui ver mil filmes no cinema (nossa, como sinto falta de poder ir ao cinema sem me preocupar em voltar hora X, hora Y, sem ter que calcular o tempo da sessão, se tenho ou não direito a jantar/almoço/lanche com o marido antes ou depois do filme, etc...), fiz pilates até ficar "dobrável", almocei e jantei fora com calma e tranquilidade quase todos os dias, bati muita perna em shopping, etc. Ah, e dormi. Dormi muito. Hibernei. Ai, que saudade! 


Mas depois que Dudu nasceu, nossa... Caos total. Logo na maternidade, depois da cesárea, que foi altamente recomendada pela obstetra (gente boa, tranquila, recém-mãe e tal, passou muita confiança só nisso e então nem fiquei me grilando se era pra ela ganhar mais, etc e tal.) por conta da minha pressão 12/18 ou qualquer coisa próxima a isso, cheia de dor e muito cansada (porque cesárea cansa, tá?), não dormi porque, né, PRECISAVA ficar acordada vinte e quatro horas por dia porque um bebê recém nascido não sabe fazer absolutamente nada sozinho. Ou seja, os dois dias de maternidade que seriam, supostamente, os últimos de descanso antes de encarar os meses seguintes na minha casa sem enfermeiras/auxiliares/babás/etc, foram de cansaço e tensão. Enquanto isso, meu marido jogou joguinhos online e dormiu no sofá do quarto, como se não houvesse bebê. Hehehehe... Hoje eu rio de lembrar, mas confesso que ainda não consigo entender. Essa coisa de bebê não atinge mesmo aos homens como atinge a nós, mulheres. É uma loucura.

Os meses seguintes foram tipo um inferno astral sem horas de sono. Quando conseguia dormir duas horas seguidas, era acordada por um bebê gritante com fome. Amamentar é um capítulo a parte, mas posso adiantar que o dia mais feliz de todo o processo foi o dia que meu leite secou. É, a experiência foi péssima pra mim. E não que eu seja contra a amamentação, afinal, eu até tentei por dois meses e meio com todo o sofrimento possível e imaginável, mas se eu pudesse escolher (hoje escolho não ter mais filhos, hehehe!), não teria amamentado. Por um tempo defendi a amamentação como questão de escolha, mas entendo que antes de tomar a decisão de não fazê-lo (a menos que seja uma indicação médica), é preciso tentar. Não exaustivamente, claro. Mas tentar um pouco e ver se é ou não pra você e pro seu bebê. Pra gente não era. Nem ele se alimentava direito e nem eu estava bem com aquilo, então o leite "artificial" foi a decisão mais acertada. Não me arrependo, definitivamente.

Agora que Dudu já tem quase dois anos as coisas melhoraram muito. Veio a creche que me deu 4 horas diárias pra trabalhar, estudar, cuidar da casa, cuidar de mim, etc. É claro que, infelizmente, não dá pra fazer tudo isso (nem com muita programação) nessas 4 horas, mas é um "respiro". E qualquer respiro, pra mim que era mãe em tempo integral com meu "pingente" grudado em mim 24 horas por dia, era válido. E muito. Hoje em dia as questões mudaram um pouco na minha cabeça. Antes eu queria qualquer tiquinho de liberdade, agora sinto falta de sair com os amigos calmamente, sem me preocupar com hora de voltar (porque Dudu está com uma das avós, mas ele tem que dormir em casa e as avós também tem vida), ir a um cinema, ter um jantar romântico com o marido, ver uma peça de teatro, viajar com o marido ou com amigos pra aproveitar em cem por cento a viagem, etc. Esse estágio ainda me parece distante e, de vez em quando, bate uma tristeza e um pouco de frustração em relação a isso. É como se eu tivesse tanto o que fazer e não pudesse porque tive um filho. É chato e feio admitir isso, mas a sensação que dá é bem essa. Aí eu faço um esforcinho, vou fazer outra coisa e afasto esse tipo de pensamento. Mas ele existe, tá? Ele existe sim.

Começo a escrever esses textos enormes e me perco, hehehe...Coisa de quem tem filho pequeno. Chove muito na cidade e estamos "confinados" assistindo Discovery Kids e brincando com TODOS os brinquedos (que estão espalhados por TODA a casa) e, volta e meia, preciso parar de escrever pra dar uma atençãozinha. E, aí, me perco. Portanto, se eu acabar esse texto aqui, agora que a chuva aumentou e a tv por assinatura saiu do ar, vocês não achem que "está tudo sem pé nem cabeça porque ela é maluca", hehehe... Na verdade, não sou maluca, eu "estou" maluca (desde que o filhote nasceu, o que é perfeitamente normal e aceitável!), hehehe... 

É, vou acabar por aqui porque a demanda de atenção cresceu subitamente quando a tv saiu do ar. Nem vou poder revisar, então perdoem os erros e uma falta de nexo ou outra nas coisas escritas. A essência deve estar aí, eu acho. E, ah, o texto que me inspirou está aqui, ó: minhamaequedisse.

E fiquem com uma foto engraçada do Dudu (ele ainda não decidiu se é um menino ou um gato, por isso entra em todas as caixas e sacolas que encontra, até nas que ele não cabe.). Afinal, tudo que tem seu lado ruim, também tem seu lado bom. E ele é o lado bom. De tudo nessa vidinha!


20 de janeiro de 2013

Comer, comer é o melhor para poder crescer (mesmo que seja para os lados)!

Vocês sabem que, mesmo tentando a duras penas encarar a reeducação alimentar (ai, gente, acho que somos burrinhos porque não conseguimos nos reeducar plenamente! hehehehe...), marido e eu adoramos comer umas gordices de vez em quando e, por conta disso, estamos sempre experimentando restaurantes gordos quando temos oportunidade. 

Estávamos acostumados a ir ao Outback Steakhouse com frequência, até que das três últimas vezes, fomos mal atendidos e pegamos filas de mais de uma hora, coisa que dificulta muito as coisas quando se tem um bebê de 1 ano e 10 meses, né? Então, conversando com amigos e familiares, fomos recebendo sugestões e resolvemos "descobri-las". 

Assim sendo, listinha dos últimos que experimentamos de novembro até o presente momento e o que achamos deles! 



The Fifties - Barrashopping


A comida é boa, o atendimento é razoável e o preço, pela comida que é servida, é um pouco exorbitante. Entendo o conceito da coisa, é uma espécie de "hamburgueria", mas a apresentação da comida podia ser melhorzinha! Pedimos os Pic Burgers, hambúrgueres de picanha, e a batata frita com bacon e parmesão. Estava gostoso e fresquinho, mas veio tudo em embalagem descartável e fez uma sujeira imensa na hora de comer. O prato infantil veio errado e, depois, muito quente. Isso, é claro, deixou o Dudu mega impaciente, mas no fim, ele comeu feliz da vida porque, realmente, as fritas de lá são ótimas mesmo (como o cardápio ressalta). No entanto,  saímos de lá pensando se voltaríamos em breve (com muita, muita dúvida mesmo)... 

Applebee's - New York City Center


Atendimento péssimo. O pedido veio errado três vezes e com demora, ainda por cima. Quando a gente tem filho pequeno não pode se dar ao luxo de comer em restaurante que tem demora no serviço. Pedimos as fritas com chilli, que vieram MOLHADAS, literamente, de chilli e, portanto, murchas pra caramba. Os hambúrgueres consumidos também estavam mal montados no prato, feios demais! Ah, a comida veio fria. Também, né, depois de tanto erro... Nesse a gente não volta mais tão cedo, com certeza.

Joe & Leo's - New York City Center


Comida excelente, atendimento prestativo. Achamos o restaurante apertado, pequeno, mas a experiência foi ótima. De entrada, pedimos fritas com bacon e cheddar, quentinhas e crocantes. Como pratos principais, ficamos nos hambúrgueres "signature" deles, Del Monico, impecavelmente montados no prato, bem temperados e bem feitos. Faltou só oferecerem o Kid's Menu pra gente, já que levamos Dudu. Em todos os restaurantes que trabalham com Kid's Menu, ele nos foi oferecido assim que nos acomodamos, mas só descobrimos que o Joe & Leo's contava com esse recurso na hora de pagar a conta. Ainda assim, vale muito a pena! Preço na média, comida digna, atendimento excelente.

Johnnie Pepper - Via Parque Shopping

Nota mil em tudo! Comida excelente, atendimento excelente, sem demora, sem fila, preço ótimo! Espaço infantil amplo com monitoras! Caí de amores pelo Johnnie Pepper e marido também ficou impressionado. Dá vontade de voltar todo santo fim de semana, pena que a dieta/reeducação alimentar não permite, né? Pedimos as fritas com cheddar e bacon de entrada, os steaks "signature" (RibEye steaks, se não me engano) como prato principal (vem acompanhamento pra caramba, gente! salada, pãozinho e mais um a sua escolha!) e uma sobremesa linda cheia de sorvete, uma espécie de brownie "gateau", chantilly... Uma loucura de refeição! Tudo veio quentinho, crocante, bonito, cheiroso! Recomendado fortemente com o meu selo "Kid's Friendly", porque eu sou chata pra caramba com isso! Amor eterno, amor verdadeiro!

E vocês? Dicas de lugares gordinhos pra mim? Adoro! 

18 de janeiro de 2013

Pé direito para 2013.

O ano começou à todo vapor! Encarei uma mudança em uma semana... Era pra ser só a pintura da casa, mas surgiu a oportunidade de ir para uma casa maior e nós, é claro, a agarramos. E tem sido bom demais, devo confessar. Casa mais espaçosa, casa mais familiar (já morei aqui quando criança). Confesso que foi um tanto quanto estressante mudar tudo de lugar, ainda que fosse para o outro lado da rua, mas quando tudo estava resolvido (a.k.a. ter tv à cabo, internet e móveis montados), comecei a curtir tanto que nem me sinto sufocada de passar mais tempo em casa (Dudu tá de férias na creche, acabo ficando menos). É, primeira grande coisa a acontecer em 2013 e eu curti, aliás, estou curtindo muito.

Fiquei com um gás absurdo depois disso, louca de vontade de arrumar as coisas do meu jeito, decorar, comprar coisinhas para a casa... Parece que tô tendo, finalmente, a chance de montar minha casinha com calma. Quando marido e eu fomos morar juntos, justamente porque estávamos "grávidos", tudo foi feito às pressas e comprado de qualquer jeito, sinto como se uma etapa importante, a de montagem da casa com a minha cara, tivesse sido queimada. E, agora, estou tendo uma nova chance de fazer isso, o que é delicioso! 

Aliás, depois de quase dois anos de Dudu, começo a ter novas chances de fazer as coisas que "queimei" quando me descobri grávida e foi um atolamento por parte das famílias para "resolver" tudo com rapidez. Desconfio seriamente que esse tipo de atitude influenciou bastante nas coisas tristes que senti pós-parto. 

Finalmente, em 2013, acho que vou conseguir me organizar. Foi depois de muita conversa com a terapeuta que descobri algo que quero fazer assim, digamos, "profissionalmente". E estou investindo nisso, com o apoio do marido. É empolgante a possibilidade de fazer alguma coisa com os conhecimentos que apreendi na minha (longa) jornada de estudos e, ainda por cima, caber na rotina que tenho. 

Comecei o ano com o pé direito e espero que essa sensação perdure! E o 2013 de vocês? Começou bem? 



Feliz 2013, gente! Para nós tod@s!