21 de maio de 2013

Começar de novo...

"Começar de novo e contar comigo
Vai valer a pena ter amanhecido
Ter me rebelado, ter me debatido
Ter me machucado, ter sobrevivido
Ter virado a mesa, ter me conhecido
Ter virado o barco, ter me socorrido..."


Estou transferindo esse espaço para o Mamãe Fashionista. Cursando a disciplina de Mídias Digitais, apreendi alguns conhecimentos sobre gerenciamento de blogs que me interessaram bastante e que fizeram com que eu me empolgassem em "tocar" essa minha vontade de ter um, então resolvi recomeçar, agora tentando me manter mais organizada e focada. Vamos ver se dá certo, né? 

Espero que vocês visitem e gostem do novo espaço. Estou me empenhando e fazendo tudo com o maior carinho por lá! 

Obrigada pelo carinho, sempre! E aguardo as visitas!

7 de março de 2013

Lutando contra a zona de conforto, mais uma vez.

Constantemente me pergunto se só eu sinto esse tipo de coisa ou se é comum a todas as mães de crianças pequenas: tenho uma viagem a fazer em junho para Belo Horizonte, casamento da prima Adriana, e hoje, dia 7 de março, já estou nervosa tentando prever tudo o que pode acontecer, em especial o que pode dar errado. 

Primeiro vôo do Dudu e já estou me preparando psicologicamente pro caso dele ficar inquieto  e incomodar os outros passageiros. É, podem me chamar do que quiserem, mas faço de um tudo pra que meu filho não incomode os outros em locais públicos. Antes de eu ter filho, eu ficava incomodada com o filho alheio nessas situações, então acho bom tentar manter o controle, ao menos, sob esse aspecto. 

Fico nervosa se vou conseguir dormir, uma coisa essencial na minha vida depois que Dudu nasceu, se vou "segurar a onda" do cansaço, se vou saber lidar com os estranhamentos que ele pode ter... Já começo a sentir a insônia puxando meu pé! 

Não sei viver bem um dia de cada vez e longe da minha zona de conforto. Me esforço e vou pra não deixar a zona de conforto me vencer, mas é com bastante custo mesmo. Eu poderia desistir, achar tudo complicado demais, julgar que não vai ser tranquilo, mas não acho que vale a pena me acovardar agora. Então vou tentar, vou marcar a viagem, ainda que enfrentando todas essas questões. Tudo é um teste desde que Dudu nasceu, das coisas mais simples às mais complicadas (pra mim, ao menos). E eu tenho corrido de encontro a todos os testes, mesmo morrendo de medo de alguns.

Contando até dez, respirando fundo e tentando aguardar o dia chegar, o mais em paz possível. Tem muita água pra rolar antes dessa viagem, coisas nas quais eu deveria me concentrar agora... Mas o coração já está disparado... 

Força!

4 de março de 2013

A complicada "arte" da adaptação (para mim) quando se tem filhos...

Mudança nunca foi meu forte. Aliás, sofro de aversão à mudança e sou apaixonada pela minha zona de conforto. Mas ter um filho foi uma mudança radical que, realmente, jogou minha zona de conforto pra escanteio. Mas conforme o tempo foi passando, a zona de conforto reapareceu nas coisas que foram ficando familiares no convívio entre mãe e filho. Pelo menos, comigo foi assim.

Aí, de repente, eu me vi com 27 anos rodeada de amigos - e pessoas, em geral - sem filhos. E acho que essa tem sido a questão mais complicada. Me dizem que eu devo arrumar amigos com filhos e não acho que é bem por aí. Acho que preciso mesmo é dar um jeito na minha cabeça que sofre com o tanto de coisa que muda quando se tem um filhote que depende inteiramente da gente.

Vem o Rock in Rio trazendo John Mayer e Bon Jovi. Só alguns dos meus artistas preferidos e que nunca tive oportunidade de ver ao vivo... Só isso... E ir a um evento desses é uma coisa que "não me pertence mais". Ao menos, não enquanto meu filho tem dois anos (ou quase isso). Dói um pouco perceber e encarar. São coisas que todos a minha volta estão fazendo. Jantares, bares, shows, eventos, viagens... E eu tenho algumas limitações que preciso respeitar. 

Fazer uma viagem pra Fernando de Noronha na baixa temporada custa mais do que ir à Buenos Aires, por exemplo. Mas não dá pra ir à Fernando de Noronha relaxadamente com meu filhote que requer 100% de atenção e não vai aproveitar a maior parte das atividades do local - além de levar em consideração os gastos com a viagem, agora somos três e com um que precisa de muito mais do que eu e marido juntos -. Acho que posso dizer o mesmo sobre Buenos Aires. Dá até um nó na garganta e uma vontade de chorar enquanto escrevo isso... Conto até dez e respiro fundo. Fico tentando me consolar com a possibilidade de, em algum tempo, poder fazer todas essas coisas. Aí não mais com meus 27 anos e talvez não tão plenamente, mas ainda assim... 

Passei por muita coisa que, pra muita gente, é natural e tranquilo e, pra mim, foi barra pesada. E, de certo modo, continua sendo. Procuro não pensar tanto no que não posso fazer e me concentrar mais no que já posso, o único problema é que eu sou humana e sempre quero mais, né? Não há resignação que resolva esse problema, infelizmente...

Enquanto isso, vamos em frente, eu e meu filhote. Vamos tentando, de todas as maneiras, viver um dia de cada vez e nos alegrarmos com as pequenas conquistas. Isso é muito, muito difícil pra mim, mas é tudo que eu tenho e no que me agarro na esperança de aplacar a angústia que sinto, às vezes, nessa minha "nova vida". 

27 de fevereiro de 2013

Saudade, Camelo, é pra quem tem...

Dudu não dorme e, como consequência disso, acabei assistindo a um programa do canal GNT chamado "Viva Voz", cujo objetivo é apresentar ao artista as mais diversas opiniões de nós, meros mortais, sobre o trabalho do mesmo. O convidado era Marcelo Camelo. 

Preciso dizer que Marcelo Camelo, pra mim, é sinônimo de saudade? Tempo bom de "fã xiita" dos Hermanos, no auge dos dezoito, com "Anna Júlia" tocando em tudo que era rádio e promovendo uma banda que mudou radicalmente seu som em todos os álbuns seguintes, fazendo com que eu me apaixonasse mais e mais, vivenciasse cada letra, chorasse, sorrisse, ficasse esmagada em shows vistos e revistos inúmeras vezes... "Trilha sonora da vida", como eu gostava de dizer e que, hoje, não faz mais tanto sentido pro momento que vivo, mas que já fez todo o sentido do mundo para com os meus amores vividos, inventados, platônicos... Tanto confete, tanta serpentina, dor e alegria misturadinhas naqueles delírios pós adolescentes e pré adultos...

Depois, sei lá, a banda pediu "recesso" e a minha vida foi mudando, mudando e mudando. Novas pessoas, novas bandas, uma busca incessante por identidade até perceber que, pois é, não quero ou consigo caber num rótulo, sou um monte de coisas misturadas, de Los Hermanos a Iron Maiden ou qualquer outra combinação que pareça inusitada - ou esdrúxula, se preferirem -.

Ficou na gaveta guardadinha aquela paixão toda. E como não tenho muita chance de ouvir música - A Galinha Pintadinha não conta! - desde que Dudu nasceu, guardado em mim o Marcelo permaneceu. Até hoje. Até agora há pouco. E, de repente, tudo o que tenho vontade é de ouvir, cantar, gritar, sangrar as canções que outrora foram tão importantes, marcantes e mais um monte de outras coisas... Ah...

Ah, saudade... Seu nome é, com toda a certeza, Marcelo Camelo.



Meu amor é teu
Mas dou-te mais uma vez
Meu bem

Saudade é pra quem tem...  


26 de fevereiro de 2013

284 Brasil para C&A: escolhas e opiniões.

Reservei um horário na minha agenda - pois é, eu não trabalho em um escritório 8h por dia, mas eu tenho dias cheios - pra ver essa coleção da C&A em parceria com a 284 Brasil, uma marca de "fast fashion" das "it girls" Lu Tranchesi, Marcella Tranchesi e Helena Bordon. Como só poderia dar um pulinho na loja da C&A mais perto de casa que recebe as coleções - e que, ainda assim, é longe da minha casa e não dá pra ir à pé - depois do almoço, achei que fosse encontrar uma loja devastada e com numerações "de criança" - 34, 36 e 38, hehehe! - apenas... Mas encontrei a loja vazia, as prateleiras cheias e peças que nem me chamaram tanto a atenção. 

Estava tão traumatizada com as coleções da Santa Lolla e da Mixed, ambas cheias de empurra-empurra e cabo-de-guerra pelas peças, que fui desacreditada de conseguir algo legal, do meu tamanho, sem tomar cotoveladas ou ter que me esgueirar pelas araras. Mas foi com a maior facilidade do mundo que consegui ver todas as peças disponíveis na loja - que nunca são todas as da coleção, infelizmente, mas uma grande maioria -, escolher, experimentar e decidir o que levar.

Posso ser sincera? Achei a coleção fraca. Achei as "t-shirts" feiosinhas, as camisas comuns como qualquer outra peça que a C&A teria regularmente, os sapatos muito parecidos com todos os que estão espalhados pelas "fast fashion" por aí - spikes, animal print, captoe ou tudo isso junto e misturado -... Das calças eu gostei, mas os preços muito "salgados", afinal, os produtos tinham a chancela da 284, mas eram C&A ainda assim. Gamei num jeans flare claro com detalhe de tachinhas nos bolsos, mas a 119 dilmas deixei por lá mesmo. 

No fim das contas, trouxe coisas de caveira. Vi muita gente torcendo o nariz para as muitas estampas de caveirinha da coleção, em especial o pessoal com mais de 30, mas como eu, com quase 30, A-DO-RO caveirinhas, não resisti. Trouxe o cardigan - sei que não tem inverno no Rio, mas ele é levinho e eu não tinha nenhum cardigan no armário ainda, ou seja, válido - estampado de caveirinhas, uma blusinha mullet e um colar LINDO com um caveirão pendurado, rycoh demais. Aliás, as bijus estavam lindas de morrer. E carinhas. Mas entre as peças de roupa, os sapatos, as bolsas e as bijus, levaria uma biju de cada e deixaria todo o resto - se tivesse condições financeiras para, hehehe -! 

Sofri com coleção no fim do mês - ô, C&A, ainda mais depois do carnaval! - e sofri com ter achado tudo muito simples e caro pro que era. Uma pena. Quando vi o lookbook, fiquei empolgada e achei que teria dificuldade em escolher o que levar, mas ao vivo a coisa não foi bem assim... E acho que não fui a única a ter essa opinião: a loja estava às moscas. Pra quem viu aquela loja enorme, da Praça Saes Pena, lotada de gente se acotovelando pela coleção da Mixed, deu até dó de ver meia dúzia de "gatas pingadas" vendo a coleção da 284 Brasil... Enfim, né? Acho que o timming foi ruim, bem como as peças, do tipo que poderiam estar em qualquer seção das "fast fashion" da cidade e com preços melhores.


Cardigã (preto ou branco) - R$89,90
Blusa Mullet (branca) - R$49,90
Cordão Caveirão - R$29,90

8 de fevereiro de 2013

Pequena (grande) necessaire de viagem.

Cá estou eu fazendo malas para três (ou quatro, ainda não sei) dias na praia. Nem vou falar do que tem na mala de roupas porque sou daquelas que sempre leva (muito) mais do que deveria. Fazer o quê, né? Mas as coisinhas pra cabelo e pele eu quero mostrar. Ainda mais que é casa de praia, com direito a maresia, cloro da piscina e água de poço (pois é, água encanada só no centro da cidade e a minha casa fica um pouco afastada) pra desafiar bem o potencial de todos os meus cosméticos! Vamos lá?


(da esquerda pra direita:)

1) Rosto: Água termal Avéne, protetor solar para o rosto Minesol toque seco e creme anti-irritação CuZn Uriáge para manter a oleosidade da minha pele sob controle. Fato que com o calor, eu, que já suo que nem um porquinho no espeto, pioro bem a situação da minha pele oleosa e esse trio aí (já que não tem como usar ácidos no verão/no calor/na praia) ajuda bastante.


2) Cabelo: Shampoo de bebê Johnson's hidratação intensa (não levo o de manutenção da cor porque é um shampoo pra três - imagina se meu marido vai levar um shampoo só dele, né? rá! - e aí aposto no de bebê que limpa bem e Dudu pode usar também), máscara capilar Óleo de Marrocos da Yenzah que uso no lugar do condicionador porque, né, maresia + cloro + água de poço IMPLORAM por um lance muito mais hidratante e Óleo de Macadâmia Australiana também da Yenzah pra aplicar antes e depois da exposição ao sol, lavagem, etc. 

3) Corpo: Hidratante comum da Natura, esse tem cheirinho de macadâmia e acho muito gostosinho apesar de um pouco pegajoso, mas como a pele vai ficar mega ressecada por todos os fatores já citados, tem que ser um desses ultra hidratantes mesmo e esse aí cumpre bem a função, levo sempre.

4) Kit manicure emergencial: Como todo mundo sabe, não sei fazer minhas próprias unhas, mas levo o esmalte que usei para eventuais remendos, um removedor pro momento em que os remendos não dão mais jeito, um extra-brilho porque o esmalte fica "fosco" conforme os dias passam, um glitter/holográfico/flocado pra disfarçar os remendos e uma lixa, além do algodão, claro.

5) Proteção solar para o corpo: Atualmente tô usando esse protetor da Forever Living em spray. É muito prático para aplicar, não fica melecado e como todo e qualquer protetor, precisa ser reaplicado a cada 2h ou a cada mergulho/chuveirada/banho de mangueira/etc. E tem cheirinho bom. Faço mais questão de proteção do que de bronze, mas esse protetor faz as duas coisas. Bônus. Adoro!

5) Body Splash: Não levo perfume pra praia, mas um body splash é bom pra quando a gente resolve comer fora, dar um passeiozinho no fim da tarde, etc. Esse é de macadâmia, da Natura, bem suave. Acho apropriado.

6) Gel de massagem com mentol/cânfora/etc: Para as dores que eu sinto de carregar 13 kg de filho, de abaixar e levantar milhares de vezes, de dormir num colchão que não é o meu (pois é, tenho disso), esse tipo de coisa... Esse é ótimo, adoro e recomendo muito, o Heat Lotion da Forever Living.

7) Repelente: Compro sempre em spray que é prático de aplicar. Não gosto do cheiro de nenhum repelente, mas infelizmente ele é muito necessário por lá. 

Além dessa galera ainda vai o óbvio desodorante, um creme de mãos, pente/escova, prendedores de cabelo, escova e pasta de dente, um lipbalm, algumas bijus (para passeios, nunca pra praia ou piscina!) e evito levar maquiagem (já é tanta agressão à pele que acho desnecessário adicionar mais uma, além do mais, maquiar pra praia e piscina? mesmo os passeios de fim de tarde não precisam disso, lá é tudo muito simples, a gente passa o dia de biquini e chinelo, pra sair é só pôr uma camiseta e um short por cima!)... Isso na necessaire que vai dentro da bolsa, porque essa seleção toda aí vai dentro da mala/mochila (o filtro solar do rosto é aplicado antes de pegar a estrada, viu? não pensem que sou indisciplinada com isso, hehehe!). Acho que não esqueci nada, ufa! E ainda falta arrumar a necessaire do Dudu e a do marido! 

E aí, muita coisa? O que vocês costumam levar? 

7 de fevereiro de 2013

Vai passar... Será?

Há, mais ou menos, duas semanas eu fui assaltada praticamente na porta de casa. Como muitos sabem, eu me mudei recentemente e ter tido essa experiência justamente na porta da casa nova foi a pior coisa que poderia ter acontecido no meio de tanta coisa boa que vinha acontecendo. Não explanei muito o assalto pra não assustar minha família (liguei pro meu marido e pra minha professora de pilates, afinal, ela estava me esperando pra aula e depois do assalto eu fiquei sem a menor condição de rumar pra academia e acabei correndo e me trancafiando em casa, né?), que mora toda perto e por muito menos teria entrado em pânico, hehehe... No fim das contas, quem entrou em pânico fui eu. E esse pânico não tá querendo ir embora.

Desde o assalto que não sei mais o que é andar tranquila pelas ruas do bairro. E olha que preciso andar bastante por elas (e por ruas de outros bairros também). Aposto que tem muita gente aí pensando que porque eu não tenho um emprego formal, eu passo o dia todo em casa, né? Hehehe... O fato é que eu fico neurótica olhando pra tudo que é lado esperando que alguma figura peculiar me pare e me assalte novamente, assim, do nada. É um saco! 

Semana passada estive na terapia e fui alertada de que essa sensação é normal quando se passa por alguma experiência traumática como essa. Não há muito o que ser feito, a não ser enfrentar. E tenho enfrentado, saindo todos os dias em todos os horários pra fazer as coisas que preciso fazer. Mas gostaria de poder sair sem me sentir sobressaltada o tempo todo, sem correr, sem olhar para os lados, sem atravessar a rua toda vez que vejo alguém que me parece suspeito (notem que a pessoa pode ser a mais inofensiva, mas sempre que vejo alguém semelhante ao assaltante, entro em pânico e "ligo o turbo"...). Estou usando florais há quase uma semana e até acho que a sensação de medo diminuiu um pouco, mas ainda assim as coisas estão difíceis...

Será síndrome do pânico? Será que vai passar? Quando vai passar? Não aguento mais essa sensação de estar em perigo constante. Por mais que me digam que essa coisa de ser assaltada é super normal pra quem mora num grande centro urbano como eu, que moro no Rio de Janeiro, não consigo encarar com naturalidade essa questão. Natural, pra mim, é não ser assaltada e/ou sofrer qualquer outro tipo de violência ao sair de casa e não o contrário! Ora, bolas. Onde já se viu encarar com naturalidade esse tipo de coisa? Francamente...


5 de fevereiro de 2013

Slipers, pra que te quero?

Quando lançaram "a moda" dos slipers, confesso, torci o nariz. Achei masculino, esquisito, sei lá. Não gosto muito de roupa feminina com pegada masculina, estilo boyish, etc. Acho que porque, durante minha adolescência, mandei ver nessas coisas "oversized", nos Converse pretos, camisas de banda com corte tradicional... 

Mas aí surgiu a oportunidade de ter um sliper da Melissa, o Virtue, em estampa de oncinha (nas cores tradicionais). Uma oportunidade muito boa, diga-se de passagem, por menos da metade do valor do dito cujo. E eu resolvi pegar o par de slipers e ver no que dava. Só sei que não consigo mais me desgrudar deles... Hehehe!


Primeiro ponto: sapato mais confortável do mundo. Não costumo variar muito de modelo de Melissa porque já descobri a meia dúzia que não me machuca, mas o Virtue foi um tiro no escuro que super deu certo. Uso ele o tempo todo!

Segundo ponto: é de plástico, o que tá sendo muito útil nos dias chuvosos que esse verão do RJ tá trazendo. Me recuso a usar minhas botas em pleno verão. Me recuso mesmo, afinal, são de couro e sempre acabam imundas... Além da chuva não fazer bem pro couro, né? Como eu nunca encontrei galochas (acho várias lindas!) que caibam nas minhas panturrilhas gigantes, acabo sempre de tênis... Mas agora revezo os tênis com o Virtue! Tão fácil de limpar, tão útil nos dias de chuva! E tão fácil de combinar com tudo, afinal, animal print, de onça, em especial, nos detalhes sempre enriquece a roupa escolhida! 

Terceiro ponto: ficou tão lindo no meu pé (e eu achei que essa modelagem não ia me favorecer!), que já comprei mais dois slipers depois dele, um azul bic e um dourado, ambos em liquidações. Esses, infelizmente, não podem "passear" nos dias de chuva porque são de suede (é camurça que chama aqui no Brasil? nunca sei!) e glitter.  

Me apaixonei por slipers e fiquei feliz de saber que são uma tendência que vai durar um tempo! Agora tô tomando coragem pra experimentar os docksides, também super masculinos... Vamos ver, né? Um dia desses eu dou uma pirada, entro numa loja e faço um test-drive! :)

2 de fevereiro de 2013

Dentre tantas manias que eu tenho...

Resolvi começar mais um daqueles desafios fotográficos do Instagram (sou mega viciada no Insta, gente, vocês já devem ter percebido!) e logo o primeiro dia fazia referência a "mania". Olha só, eu tenho um monte de mania. Acho que tenho mania que nem acho que é mania! Mas, no momento que decidi participar de mais esse desafio, estava entrando no meu banheiro para lavar o rosto, aplicar creminhos e dei de cara com essa visão:


Foi quando percebi, assim, de leve, que tenho mania de... cosméticos! Aí tirei a foto e postei. Mas mais do que mania de cosméticos, acho que tenho mania de "cheirinhos". São tantas as coisas que compro porque tem "um cheirinho bom"... Mil hidratantes, body splash, perfumes, cremes capilares... Adoro um cheirinho diferente! Uso todos, todinhos.

Essa semana resolvi experimentar mais um cheirinho e apaixonei total: Natura Verão Lima e Tangerina. Quem já usou? Suave, refrescante, delicinha demais! Tô louca com ele e olha que tô usando o hidratante de banho, que tem uma fixação menos intensa que o hidratante comum... Bom demais esse cheirinho, gente! 



Acho que essa minha mania de cosméticos (muito) cheirosos começou nos tempos de recém nascido do meu filho. Por recomendação (forte!) da pediatra eu não podia usar perfume... Então comecei a procurar alternativas, tipo shampoos cheirosos (e adequados, claro), hidratantes cheirosos e esses (ótimos) hidratantes de banho que, além de tudo, são muito práticos para as mamães que não tem nem cinco minutos pra um banho digno. Era meu caso! E eu sempre gostei de me sentir cheirosa, mas sem a ajuda dos perfumes, procurei e testei muitas outras alternativas. Acabei com essa mania de comprar cosméticos cheirosos e ir usando, revezando todos, cada dia com um cheirinho diferente!

E vocês, curtem "cheirinhos"? Qual o preferido de vocês? 

28 de janeiro de 2013

O primeiro batom vermelho a gente nunca esquece!

Dia desses estava "moscando" pelas lojinhas de maquiagem online que costumo fuxicar e me lembrei que nunca tive um batom vermelho. Nunca usei, pra ser bem sincera. Ninguém nunca me deu um batom vermelho ou me maquiou com batom vermelho. E eu sei lá o porquê disso, mas acho que as pessoas me vêem tão branquelinha e gordinha e pensam que o vermelho não combina com essa visão de anjinho pintada por um Fernando Botero (aquele artista dos gordinhos) da vida.


Aí tomei coragem, vi e revi mil tons de vermelho, pesquisei bem os preços (eu adoro comprar maquiagem, mas eu pesquiso muito preço, qualidade, busco opiniões a respeito dos produtos, etc, é tipo fazer um investimento, né?) e escolhi um da Maybelline chamado Royal Red. 

Nuh, ultra vermelhão! Só vi de verdade quando ele me foi entregue, hoje. Levei uma surrinha para aplicá-lo, fez uma certa cagada, mas, no fim, adorei! A cor é linda, a textura é aveludada... Fiquei positivamente impressionada! E apaixonada... Quero ter algo pra fazer que me dê chance de usar esse batom muito em breve! 



Olha aí a foto, gente! Nem me maquiei nem nada, só tasquei o batom mesmo... Tô com uma carinha estragada de segunda feira (e com a juba descabelada e precisando ver uma tintura imediatamente), mas isso não importa. Esse é meu primeiro batom vermelho em 27 anos de existência. Muita emoção, né?

25 de janeiro de 2013

Sobre a frustração de não ser doce e paciente...

Hoje passei quatro horas, mais ou menos, na rua com Dudu e sem carrinho de bebê. Fomos resolver coisas que precisavam ser resolvidas e como eu não tinha com quem contar pra deixar ele, levei. Estou morta com farofa até agora, com dor em absolutamente todos os músculos, dor de cabeça e vontade de enfiar a cara no travesseiro e chorar até me acabar em lágrimas. 

Como é frustrante estar completamente irritada e ter que agir com toda a doçura do mundo, afinal, uma criança de quase 2 anos não sabe, teoricamente, se o que está fazendo é certo ou errado, se pode ou não pode fazer aquilo e, se sabe, vai desafiar você um tanto porque, né, é o que crianças fazem. Cheguei em casa muito estressada de correr atrás, dizer "não pode mexer nisso, filho", tentar segurar a mão dele, pegar no colo, tomar banhos de Mate e sorvete, ficar com a roupa suja de purê de batata, etc. Cheguei pronta pra desabar na cama e chorar de perceber o quanto esse tipo de coisa me irrita, me estressa, me tira do sério e o quanto não deveria, afinal, sou mãe dele e isso faz parte. Já começo a pensar que sou a pior mãe do mundo nessas horas!

Minha paciência é muito curta e isso faz com que eu faça um esforço descomunal para não demonstrar isso para o Dudu (tipo berrando como uma louca, arrancando meus cabelos e esses lances meio Britney Spears na fase ruim). No fim das contas, estou eu aqui frustrada em saber que sair com meu filho sem instrumentos de controle (a.k.a. carrinho de bebê) me deixa completamente irritada e estressada, além de cheia de dores musculares e um cansaço supremo.

Hoje só quero meter a cara no travesseiro, me esconder debaixo de cobertas e esperar essa sensação ruim passar. E, talvez, isso demore.

21 de janeiro de 2013

Sobre maternidade, suas (muitas) agruras e a tv fora do ar.


Acabo de ler um texto muito bacana sobre "o lado B da maternidade", ou seja, o lado não feliz e colorido que ninguém nunca compartilha porque: 1) tem vergonha; 2) tem medo; 3) é moralmente incorreto; 4) prefere fingir que não existe; 5) é um cyborg e não sente nada; 6) acha que é frescura sentir esse tipo de coisa (a minha querida professora de pilates me disse, dia desses, que era frescura dizer que criar filho é difícil porque a irmã dela estava tirando de letra a criação da sobrinha, de um ano e meio. eu sorri e acenei porque ela é uma pessoa bacana, apesar desse comentário, e eu não pago duas aulas por semana pra me indispôr.). Quando meu filho nasceu, eu me vi presa nessa maldita montanha russa emocional da qual ninguém poderia me salvar. Ninguém, ninguém  mesmo. Não dormir,  não comer, não poder tomar um banho decente com uma lavagem capilar digna, não poder sair de casa (ou poder sair com um "pingente" por determinado tempo sem conseguir entrar num provador, experimentar um sapato, comer usando os dois talheres, etc), etc, foram demais para a minha adulta pessoa. Foram demais mesmo. Tanto que tudo o que me restou foi comer todo o tipo de porcaria cheia de gordura e açúcar (e de fácil acesso) que me causasse imediata sensação de bem estar porque, de qualquer outro jeito, a coisa não rolava. Conclusão dessa "brincadeira": engordei mais do que durante a gravidez. 

Verdade seja dita, a gravidez foi traumática porque me trataram como uma delinquente juvenil até certo ponto dela, mas quanto aos inchaços, diarréias, vômitos, insônia e todas essas coisas que relatam como "sintomas", foi tranquilo. Tive uma gravidez ativa. Frequentei a academia até o oitavo mês. Pois é, eu frequentei academia grávida e tenho preguiça de frequentar agora, não grávida. Mas, assim, quando me descobri grávida, eu topei de tudo e mais um pouco pra ficar "em atividade" já esperando perder boa parte dela quando meu filho nascesse. Aí eu saí um monte, fui ver mil filmes no cinema (nossa, como sinto falta de poder ir ao cinema sem me preocupar em voltar hora X, hora Y, sem ter que calcular o tempo da sessão, se tenho ou não direito a jantar/almoço/lanche com o marido antes ou depois do filme, etc...), fiz pilates até ficar "dobrável", almocei e jantei fora com calma e tranquilidade quase todos os dias, bati muita perna em shopping, etc. Ah, e dormi. Dormi muito. Hibernei. Ai, que saudade! 


Mas depois que Dudu nasceu, nossa... Caos total. Logo na maternidade, depois da cesárea, que foi altamente recomendada pela obstetra (gente boa, tranquila, recém-mãe e tal, passou muita confiança só nisso e então nem fiquei me grilando se era pra ela ganhar mais, etc e tal.) por conta da minha pressão 12/18 ou qualquer coisa próxima a isso, cheia de dor e muito cansada (porque cesárea cansa, tá?), não dormi porque, né, PRECISAVA ficar acordada vinte e quatro horas por dia porque um bebê recém nascido não sabe fazer absolutamente nada sozinho. Ou seja, os dois dias de maternidade que seriam, supostamente, os últimos de descanso antes de encarar os meses seguintes na minha casa sem enfermeiras/auxiliares/babás/etc, foram de cansaço e tensão. Enquanto isso, meu marido jogou joguinhos online e dormiu no sofá do quarto, como se não houvesse bebê. Hehehehe... Hoje eu rio de lembrar, mas confesso que ainda não consigo entender. Essa coisa de bebê não atinge mesmo aos homens como atinge a nós, mulheres. É uma loucura.

Os meses seguintes foram tipo um inferno astral sem horas de sono. Quando conseguia dormir duas horas seguidas, era acordada por um bebê gritante com fome. Amamentar é um capítulo a parte, mas posso adiantar que o dia mais feliz de todo o processo foi o dia que meu leite secou. É, a experiência foi péssima pra mim. E não que eu seja contra a amamentação, afinal, eu até tentei por dois meses e meio com todo o sofrimento possível e imaginável, mas se eu pudesse escolher (hoje escolho não ter mais filhos, hehehe!), não teria amamentado. Por um tempo defendi a amamentação como questão de escolha, mas entendo que antes de tomar a decisão de não fazê-lo (a menos que seja uma indicação médica), é preciso tentar. Não exaustivamente, claro. Mas tentar um pouco e ver se é ou não pra você e pro seu bebê. Pra gente não era. Nem ele se alimentava direito e nem eu estava bem com aquilo, então o leite "artificial" foi a decisão mais acertada. Não me arrependo, definitivamente.

Agora que Dudu já tem quase dois anos as coisas melhoraram muito. Veio a creche que me deu 4 horas diárias pra trabalhar, estudar, cuidar da casa, cuidar de mim, etc. É claro que, infelizmente, não dá pra fazer tudo isso (nem com muita programação) nessas 4 horas, mas é um "respiro". E qualquer respiro, pra mim que era mãe em tempo integral com meu "pingente" grudado em mim 24 horas por dia, era válido. E muito. Hoje em dia as questões mudaram um pouco na minha cabeça. Antes eu queria qualquer tiquinho de liberdade, agora sinto falta de sair com os amigos calmamente, sem me preocupar com hora de voltar (porque Dudu está com uma das avós, mas ele tem que dormir em casa e as avós também tem vida), ir a um cinema, ter um jantar romântico com o marido, ver uma peça de teatro, viajar com o marido ou com amigos pra aproveitar em cem por cento a viagem, etc. Esse estágio ainda me parece distante e, de vez em quando, bate uma tristeza e um pouco de frustração em relação a isso. É como se eu tivesse tanto o que fazer e não pudesse porque tive um filho. É chato e feio admitir isso, mas a sensação que dá é bem essa. Aí eu faço um esforcinho, vou fazer outra coisa e afasto esse tipo de pensamento. Mas ele existe, tá? Ele existe sim.

Começo a escrever esses textos enormes e me perco, hehehe...Coisa de quem tem filho pequeno. Chove muito na cidade e estamos "confinados" assistindo Discovery Kids e brincando com TODOS os brinquedos (que estão espalhados por TODA a casa) e, volta e meia, preciso parar de escrever pra dar uma atençãozinha. E, aí, me perco. Portanto, se eu acabar esse texto aqui, agora que a chuva aumentou e a tv por assinatura saiu do ar, vocês não achem que "está tudo sem pé nem cabeça porque ela é maluca", hehehe... Na verdade, não sou maluca, eu "estou" maluca (desde que o filhote nasceu, o que é perfeitamente normal e aceitável!), hehehe... 

É, vou acabar por aqui porque a demanda de atenção cresceu subitamente quando a tv saiu do ar. Nem vou poder revisar, então perdoem os erros e uma falta de nexo ou outra nas coisas escritas. A essência deve estar aí, eu acho. E, ah, o texto que me inspirou está aqui, ó: minhamaequedisse.

E fiquem com uma foto engraçada do Dudu (ele ainda não decidiu se é um menino ou um gato, por isso entra em todas as caixas e sacolas que encontra, até nas que ele não cabe.). Afinal, tudo que tem seu lado ruim, também tem seu lado bom. E ele é o lado bom. De tudo nessa vidinha!


20 de janeiro de 2013

Comer, comer é o melhor para poder crescer (mesmo que seja para os lados)!

Vocês sabem que, mesmo tentando a duras penas encarar a reeducação alimentar (ai, gente, acho que somos burrinhos porque não conseguimos nos reeducar plenamente! hehehehe...), marido e eu adoramos comer umas gordices de vez em quando e, por conta disso, estamos sempre experimentando restaurantes gordos quando temos oportunidade. 

Estávamos acostumados a ir ao Outback Steakhouse com frequência, até que das três últimas vezes, fomos mal atendidos e pegamos filas de mais de uma hora, coisa que dificulta muito as coisas quando se tem um bebê de 1 ano e 10 meses, né? Então, conversando com amigos e familiares, fomos recebendo sugestões e resolvemos "descobri-las". 

Assim sendo, listinha dos últimos que experimentamos de novembro até o presente momento e o que achamos deles! 



The Fifties - Barrashopping


A comida é boa, o atendimento é razoável e o preço, pela comida que é servida, é um pouco exorbitante. Entendo o conceito da coisa, é uma espécie de "hamburgueria", mas a apresentação da comida podia ser melhorzinha! Pedimos os Pic Burgers, hambúrgueres de picanha, e a batata frita com bacon e parmesão. Estava gostoso e fresquinho, mas veio tudo em embalagem descartável e fez uma sujeira imensa na hora de comer. O prato infantil veio errado e, depois, muito quente. Isso, é claro, deixou o Dudu mega impaciente, mas no fim, ele comeu feliz da vida porque, realmente, as fritas de lá são ótimas mesmo (como o cardápio ressalta). No entanto,  saímos de lá pensando se voltaríamos em breve (com muita, muita dúvida mesmo)... 

Applebee's - New York City Center


Atendimento péssimo. O pedido veio errado três vezes e com demora, ainda por cima. Quando a gente tem filho pequeno não pode se dar ao luxo de comer em restaurante que tem demora no serviço. Pedimos as fritas com chilli, que vieram MOLHADAS, literamente, de chilli e, portanto, murchas pra caramba. Os hambúrgueres consumidos também estavam mal montados no prato, feios demais! Ah, a comida veio fria. Também, né, depois de tanto erro... Nesse a gente não volta mais tão cedo, com certeza.

Joe & Leo's - New York City Center


Comida excelente, atendimento prestativo. Achamos o restaurante apertado, pequeno, mas a experiência foi ótima. De entrada, pedimos fritas com bacon e cheddar, quentinhas e crocantes. Como pratos principais, ficamos nos hambúrgueres "signature" deles, Del Monico, impecavelmente montados no prato, bem temperados e bem feitos. Faltou só oferecerem o Kid's Menu pra gente, já que levamos Dudu. Em todos os restaurantes que trabalham com Kid's Menu, ele nos foi oferecido assim que nos acomodamos, mas só descobrimos que o Joe & Leo's contava com esse recurso na hora de pagar a conta. Ainda assim, vale muito a pena! Preço na média, comida digna, atendimento excelente.

Johnnie Pepper - Via Parque Shopping

Nota mil em tudo! Comida excelente, atendimento excelente, sem demora, sem fila, preço ótimo! Espaço infantil amplo com monitoras! Caí de amores pelo Johnnie Pepper e marido também ficou impressionado. Dá vontade de voltar todo santo fim de semana, pena que a dieta/reeducação alimentar não permite, né? Pedimos as fritas com cheddar e bacon de entrada, os steaks "signature" (RibEye steaks, se não me engano) como prato principal (vem acompanhamento pra caramba, gente! salada, pãozinho e mais um a sua escolha!) e uma sobremesa linda cheia de sorvete, uma espécie de brownie "gateau", chantilly... Uma loucura de refeição! Tudo veio quentinho, crocante, bonito, cheiroso! Recomendado fortemente com o meu selo "Kid's Friendly", porque eu sou chata pra caramba com isso! Amor eterno, amor verdadeiro!

E vocês? Dicas de lugares gordinhos pra mim? Adoro! 

18 de janeiro de 2013

Pé direito para 2013.

O ano começou à todo vapor! Encarei uma mudança em uma semana... Era pra ser só a pintura da casa, mas surgiu a oportunidade de ir para uma casa maior e nós, é claro, a agarramos. E tem sido bom demais, devo confessar. Casa mais espaçosa, casa mais familiar (já morei aqui quando criança). Confesso que foi um tanto quanto estressante mudar tudo de lugar, ainda que fosse para o outro lado da rua, mas quando tudo estava resolvido (a.k.a. ter tv à cabo, internet e móveis montados), comecei a curtir tanto que nem me sinto sufocada de passar mais tempo em casa (Dudu tá de férias na creche, acabo ficando menos). É, primeira grande coisa a acontecer em 2013 e eu curti, aliás, estou curtindo muito.

Fiquei com um gás absurdo depois disso, louca de vontade de arrumar as coisas do meu jeito, decorar, comprar coisinhas para a casa... Parece que tô tendo, finalmente, a chance de montar minha casinha com calma. Quando marido e eu fomos morar juntos, justamente porque estávamos "grávidos", tudo foi feito às pressas e comprado de qualquer jeito, sinto como se uma etapa importante, a de montagem da casa com a minha cara, tivesse sido queimada. E, agora, estou tendo uma nova chance de fazer isso, o que é delicioso! 

Aliás, depois de quase dois anos de Dudu, começo a ter novas chances de fazer as coisas que "queimei" quando me descobri grávida e foi um atolamento por parte das famílias para "resolver" tudo com rapidez. Desconfio seriamente que esse tipo de atitude influenciou bastante nas coisas tristes que senti pós-parto. 

Finalmente, em 2013, acho que vou conseguir me organizar. Foi depois de muita conversa com a terapeuta que descobri algo que quero fazer assim, digamos, "profissionalmente". E estou investindo nisso, com o apoio do marido. É empolgante a possibilidade de fazer alguma coisa com os conhecimentos que apreendi na minha (longa) jornada de estudos e, ainda por cima, caber na rotina que tenho. 

Comecei o ano com o pé direito e espero que essa sensação perdure! E o 2013 de vocês? Começou bem? 



Feliz 2013, gente! Para nós tod@s! 

16 de dezembro de 2012

Sobre dezembros e mágoas.

Vem mais um dezembro e eu me lembro do meu dezembro de grávida. Eu descobri com 10 semanas de gravidez, mais ou menos em setembro de 2010, mas fui contando aos poucos para as pessoas, já que a reação dos mais próximos foi difícil de "engolir". Dezembro é época de reunir a família. Antigamente era todo domingo. E reunir família naquele começo complicadíssimo de gravidez era tudo o que eu não queria. 

Estou aqui tentando me organizar para as comemorações familiares (e não familiares também) de fim de ano e acabei me lembrando daquele Natal de 2010. Ouvi coisas tão antiquadas como "você vai ter que parar de estudar pra cuidar de um filho" e coisas tão doloridas quanto "você não tem maturidade pra cuidar de uma criança" e das pessoas de quem mais precisava de apoio, carinho e compreensão. É duro de lembrar e impossível de esquecer.

Agora todo dezembro é assim. E se eu perdoei? Não sei. Não sei nem bem se as pessoas acham que deveriam ser perdoadas pelas coisas que me disseram e pelo mal que com elas me causaram. Aposto que sequer sabem o que ter ouvido esse tipo de coisa, não obstante as atitudes que tiveram depois que "a poeira baixou", me causou. Com certeza nunca pararam pra pensar em como isso afetou minha "auto-estima de mãe", aumentando a tal da "culpa materna", inerente ao processo da maternidade, em, sei lá, uns mil por cento, talvez... Nem sabem, nem pensam a respeito e se sabem e pensam, certamente acreditam que as atitudes tomadas depois do primeiro momento compensaram tudo. 

Gostaria de dizer pra vocês que essas atitudes não compensaram. E que eu não parei de estudar, não parei de viver, não deleguei a função de criação do meu filho pra ninguém. Eu só sofri muito mais do que teria sofrido se, no primeiro momento, eu não tivesse sido tratada como uma pré-adolescente que fez a maior "burrada" da vida. 

Mas querem saber de uma coisa? Nunca um verso definiu tão bem um momento de vida como esse que deixo pra vocês:

Faço o melhor que sou capaz
Só pra viver em paz.

29 de novembro de 2012

Mamãe fashionista.

Ando muito interessada em moda. Moda? Sei lá o que posso chamar de "moda" (vocês aí do segmento, me esclareçam o que é moda, ok?), já que não compreendo os detalhes do termo como compreendo, por exemplo, do termo "cibercultura" - já que passei três meses e meio, mais ou menos, da vida SÓ estudando isso. Mas gosto de ler blogs sobre o assunto, de ver os Instagram das "It Girls", adoro dar minhas passadinhas, entre uma correria e outra do dia-a-dia, nessas grandes varejistas e adoro mais ainda quando elas inventam essas "coleções especiais", mesmo que a mulherada saia no tapa pra conseguir uma camisetinha que seja!

Sou gordjeenha e é complicado "acompanhar" tendências quando a maior parte delas "acompanha" as magrinhas. Li [aqui, ó: Entre Topetes e Vinis] que a gente não tem que estar nem aí e tem que usar o que quer ou gosta, mas acho de verdade que alguns tipos de roupa vestem muito mal quem é cheia de curvinhas e que não vale a pena, por mais que a gente queira, usar algo que não cai bem de jeito nenhum no corpo da gente. Fora isso, é festa. Pra mim, então, é como um alívio mental. Sair um pouco do universo de mãe, dona de casa e monografanda - ex, se Deus quiser, a partir do próximo dia 7 - e entrar no universo da mulherzinha que adora roupas, bolsas, sapatos é uma espécie de "tempo só meu", não importa se para ler blogs, ver Instas alheios, montar looks em cima da cama ou, de fato, ir às lojas experimentar as coisas e, eventualmente, comprá-las. 

Um amigo sugeriu que eu montasse um lookbook. Sabem como é? A pessoa veste as peças, faz fotos e cataloga. Eu não tenho quem tire minhas fotos. Eu sequer tenho um espelho decente que dê pra fazer fotos de corpo inteiro. E eu, ainda que caminhe para a aceitação do meu corpitcho plus size, ainda tenho muita vergonha de fotos de corpo inteiro. Mas é pra se pensar, sem dúvida. Ando tão "curtidora" dessas coisinhas que acabaria até aceitando montar meu próprio lookbook se alguém viesse me fotografar! *fica a dica!*

Tenho um jantar de amigos no sábado e já estou aqui "matutando" o que vestir, aproveitando que a monografia está prontinha pra ser entregue e que eu posso me dar ao luxo de ficar pensando no que eu quiser! 

Seguem umas fotos que publiquei no meu Instagram [http://instagram.com/ninatogashi]. Preciso mesmo de um espelho de corpo inteiro, né?

Rasteirinha mint Santa Lolla para C&A - que nem precisei pegar "no tapa" porque achei dias depois na C&A do Shopping Via Parque "dando mole" e remarcada  + pedacinho da calça cigarrete floral Mixed para C&A - que peguei "no tapa" (ok, nem tão "no tapa" assim, só peguei rapidinho antes que alguém pegasse porque eram muitas mãos segurando muitas coisas na arara, mas não bati em ninguém não, tá?) porque era a única com meu tamanho na arara.

Camisa branca Mixed para C&A + maxicolar de caveirinhas da feirinha + jeans SlimBoot Cut da Renner que nem dá pra ver... Cadê meu espelho decente, gente?

Bata branca da Leader + short da Renner + sapatilha Santa Lolla para C&A

Camisa mint da Renner + short branco C&A. Eu ando MUITO viciada em camisas, sinto que me vestem muito bem!

21 de novembro de 2012

Se puder, sem medo.

Daí que a terapeuta me propôs o exercício de sustentar as coisas que eu digo. Sim, porquê eu digo tanto que não sou ou quero ser uma "mãe perfeita" - leia-se "perfeita" dentro do que eu acho que pode vir a ser uma mãe perfeita e que pode não ser o que outras mães acham, por exemplo -, mas estou o tempo inteiro competindo com essa idealização besta. E é uma tortura chinesa. Daquelas de cáne, queso e flango, tudo junto e misturado.

É custoso, diante das muitas "regras secretas da maternidade", admitir que não gosto de ser mãe 24h por dia durante 7 dias na semana e que gosto menos ainda de ser resumida a "mãe do Eduardo". Existe muito mais a meu respeito do que alguém que troca fraldas, faz comida, dá banhos, arruma roupas, leva e busca na creche, canta e dança as músicas dos dvds da Galinha Pintadinha e morre de um misto de vergonha e incômodo com as birras que o filho faz em público. Ah, se existe. Mas como sustentar isso quando parece que a maior parte dos olhos e das mentes me julgam esperando que eu seja uma mãezona 24h que não tem uma vida própria porque está sempre ocupada garantindo que seu filho tenha de um tudo o tempo inteiro? É difícil, entendem? É difícil admitir que EU ODEIO IR À PRACINHA - assim como eu detestava com todas as forças amamentar e meio que respirei aliviadíssima quando meu leite secou -. Não tenho paciência pra sujeira, pros mendigos e até pra outras crianças mal educadas, ainda que essas não sejam a maioria das frequentadoras das pracinhas aqui do meu entorno. É que criança mal educada tem em todo lugar mesmo e eu tenho uma tolerância bem pequenininha. Estão vendo só? Só por esse comentário eu já acho que um monte de gente me taxaria de "mãe desnaturada" ou qualquer coisa do tipo.

Eu conheci um cara em um momento da vida que me chamava de "baby hater". Rá! Não diria que sou uma odiadora de bebês, mas é fato que eu nunca tive muita paciência e/ou me interessei muito por eles. Então eu tive um filho. E me interessei por algumas coisas necessárias a respeito disso, mas devo admitir até hoje que não acho que bebês são "ascoisasmaismaravilhosascuticutisperfeitasefelizesdouniversosaltitante", por exemplo. Vejo bebês lindos e, como a maior parte das pessoas, penso "que bebê lindo!", assim como vejo bebês feios e, ao contrário da maior parte das pessoas que cisma em dizer que todo bebê é lindo - muito provavelmente por conta dessas "regras secretas da maternidade" - eu digo que o bebê é feio. Não na cara dos pais, obviamente, porque existe o tal do tato social e, acreditem, acho ele importante demais. Mas, sim, eu acho bebês feios quando eles são feios. Nada dessa coisa de "pequenos anjos". Bebês são pequenos humanos, né. E se grandes humanos podem ser feios, por que bebês não poderiam? *risos*

Olha, gente, sinto que ainda preciso fazer muito pra me libertar dessa culpa de não ser uma mãe padrão dessas que não faz nada a não ser criar e cuidar do filho. A terapia vem ajudando e tranquilizando a minha mente, me permitindo falar esse tipo de coisa, das "n" coisas a respeito de criança que eu não gosto ou não me interesso a respeito... É bom e é normal. É quem eu sou. E sempre que penso nisso, acabo pensando que quando dizia sonhar em ter filhos e constituir família, na verdade estava "comprando" um sonho que, de certa forma, foi imposto a muitas e muitas meninas pela sociedade. Precisei ter um filho de verdade, com o custo altíssimo como se tivesse sido uma mãe adolescente de seriado americano - quando, na verdade, já tinha 26 anos -, pra perceber que muito dessa coisa de ser mãe e ter família era uma coisa fabricada.

Não sou infeliz porque tenho um filho - aliás, não sou infeliz, ponto. Já me lamentei bastante a respeito das coisas que não podia/não posso fazer por ter um filho e não me arrependo, foi a maneira que encontrei pra lidar com a frustração que estava sentindo. Engana-se quem diz que se pode fazer de um tudo com um filho pequeno e ainda não o teve ou tem recursos pra fazer de um tudo e nenhuma culpa habitando seu ser. No começo eu não tinha recurso e tinha culpa, muita culpa. Hoje eu tenho a creche e venho trabalhando meu "desprendimento", assim, de deixar o Dudu com as avós pra poder fazer coisas de adulto como estudar, ir a um cinema, fazer compras sem ter que carregar dois carrinhos, etc. Culpa eu ainda tenho muita e acho que, em parte, é por ter ouvido repetidamente e em tom ameaçador que ele era de minha total responsabilidade quando me descobri grávida - eu não sou boa em guardar dinheiro, mas sou ótima em guardar rancor! *risos* mas tranquilizem-se porque isso também está sendo trabalhado na terapia, ok? -. Complicado, mas a terapia está aí pra isso. E está sendo bom. Eu recomendo.

Vamos ver até quando eu "aguento" esse novo exercício da terapeuta. Estou aqui, agora, admitindo um monte de coisas a meu respeito enquanto mãe e sem medo. Sinal de que estou progredindo ou, ao menos, de que estou dando o primeiro passo.

"Deixa a minha insanidade, é tudo que me resta

Deixa eu por à prova toda minha resistência

Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro

Deixa eu contar que era farsa minha voz tranquila...

(...)

Deixa tudo que eu não disse mas você sabia

Deixa o que você calou e eu tanto precisava

Deixa o que era inexistente e eu pensei que havia

Deixa tudo o que eu pedia mas pensei que dava..."

Se puder, sem medo - Oswaldo Montenegro


15 de outubro de 2012

Devagar e sempre.

Queria fazer um post sobre minha atual "dieta", ainda mais porque teve gente que se preocupou comigo pra eu não entrar na paranóia de perder todos os quilos do mundo em um mês de qualquer jeito (já que quando tava na dieta pós parto, perdi 13kg em 2 meses e tal). Bem, tô bem longe de perder todos os quilos que (sinto que) preciso em pouco tempo e no último mês só consegui eliminar "cinquinho", mas tô fazendo tudo direitinho com a ajuda da nova nutricionista (gostava da "antiga", mas como essa nova atende pelo meu plano, optei pela mudança).

Vou dar o "bizu" do que eu faço, mas recomendo fortemente que vocês não comecem a fazer dieta por conta própria. Sério, nutricionistas são muito úteis mesmo no processo (e terapeutas também, mas isso é outro assunto).

Café da manhã (às 7h)
Como a semana tem 7 dias, faço shake proteico 4 dias e 1 fatia de pão integral + 1 fatia de queijo minas sem sal ou 1 colher de café de cream cheese light + 1 copo de leite desnatado ou Ades Original ZERO nos outros 3 dias. Ah, meia hora antes disso tomo 100ml de um suco pronto "de antioxidantes" (a base de Cranberry, Mangostão e mais algumas frutas vermelhas ricas em antioxidantes que não lembro os nomes agora) e uma cápsula de Omega 3.

Colação (às 10h)
1 barrinha de cereais (preferencialmente sem chocolate) ou fruta na proporção que a lista que a nutri me deu sugerir. Três vezes na semana, nos dias que faço um circuitinho de exercícios aeróbicos que marido fez pra mim, tomo um termogênico nesse horário (uso o Ripped AGE da Nutrilatina).

Almoço (às 13h)
2 colheres de sopa de arroz (dou preferência ao integral, mas às vezes uso branco, às vezes uso japonês) ou de macarrão + 100g de carne/frango/peixe/porco ou omelete de 1 gema e 2 claras + legumes cozidos ou crus na proporção indicada pela listinha da nutri + salada de folhas à vontade. Evito comer qualquer tipo de sobremesa, mesmo fruta, mas quando a vontade é muito grande, como fruta mesmo (não gosto de fruta de sobremesa, hehehehe). Importante mesmo é evitar coisas com/ à base de leite na sobremesa.



Lanche da tarde (às 16h)
1 potinho de iogurte Grego natural (tenho preferência pelo da Nestlé) + fruta na proporção indicada pela listinha da nutri.

Jantar (às 21h)
Shake proteico 6 dias e um jantar liberado (pizza, geralmente!). Antes do shake, mesmo esquema do suco antioxidante do café da manhã, meia hora antes, com a cápsula de Omega 3.

É importante tentar beber entre 2 e 3 litros de água por dia. Como eu uso florais (de Bach), coloco nas minhas "mamadeirinhas" e vou tomando, assim garanto a ingestão do floral - que, vou contar pra vocês, auxiliam muito na dieta e no dia a dia - e a de água. Também é legal variar muito nos vegetais e nas frutas pra não acabar enjoando, né? 

Não vou dizer que é fácil. Longe disso! Tanto que eu vivo escorregando, hehehehe... Especialmente nos fins de semana e feriados! Mas, desse jeito, conforme a nutri me orientou, não sinto fome. Sei que quando tenho "vontade" de comer, é por conta da ansiedade - uso florais pra me ajudar nessa parte - ou de olho grande mesmo (alma de gordinha é fogo), hehehehe... E assim vou indo. Viram como não é "dieta milagrosa"? Se comer direitinho e suplementar direitinho, dá pé. Ah, e se exercitar. Eu deveria fazer muito mais do que faço atualmente, mas faço o que consigo encaixar na minha "agenda" de mãe sem babá monografanda dona de casa... 

É devagar. Mas é devagar e sempre.

9 de outubro de 2012

Milagre cabeludo!

Vocês já sabem - de tanto que bato nessa tecla - que depois que "virei" mãe, comecei a me preocupar muito mais em cuidar de mim. Eu já devo ter dito, também, que isso se deu, muito provavelmente, porque os primeiros meses de Dudu recém-nascidos foram MUITO difíceis pra mim... Mas, enfim, não estou escrevendo esse post pra contar - de novo e mais uma vez, hihihihi - a fase da depressão pós-parto e sim pra apresentar um trio de produtos pra cabelo que eu apelidei de "trio milagroso"!

Voltei a tingir os cabelos e, com isso, veio o ressecamento do comprimento. Aliás, veio não, aumentou. Porque mesmo com o cabelo "natural", o ressecamento das muitas lavagens e da falta de tratamentos específicos já estava lá. Mas vocês que tem cabelo tingido sabem que além da paranóia da hidratação, existe também a paranóia da manutenção da cor. E eu sou dessas, que tem as duas paranóias e fica louca, louca, louca.

Usei óleo de argan por um tempo, antes e depois da tintura. Gostei bastante, mas só sentia o "efeito salvador imediato" do produto. Ele continha o frizz, dava brilho e maciez por algumas horas logo depois de ser aplicado. E, basicamente, era isso. O mesmo acontecia com o shampoo e o condicionador específicos pra cabelos tingidos. Umas cinco horas - ou menos, dependendo do clima do dia - depois da lavagem, já parecia novamente ressecado e aí tinha que, literalmente, tacar argan pra dar uma melhorada. Com isso, no fim do dia, o cabelo parecia pronto pra fritar um ovo de tão oleoso. E o ovo, certamente, ficaria ruim porque vocês sabem que nem precisa de tanto óleo pra fritar ovo, né?

Por sugestão do marido, que é distribuidor Forever Living Products - vocês conhecem? -, comecei a usar um produto recém lançado no Brasil pela empresa que prometia hidratação e manutenção da cor sem oleosidade extra, sem caspa, etc e tal, o Sonya Hydrate Shampoo. Preço salgadinho, mas duração ótima super comprovada pela minha pessoa. Ah, e o mais importante: ótimo mantenedor de tintura. Quanto ao potencial de hidratação, me pareceu bom mesmo! Tem aloe vera na composição, como muitos produtos FLP, que, como todo mundo deve saber, tem um potencial hidratante absurdo. E o cheirinho é delicioso!

Ao invés de fazer como faço sempre e sair comprando shampoo e condicionador da mesma linha, segui a dica da Simone Simons, minha "it girl" ruiva favorita vocalista da banda Epica, uma das que mais curto dentro do heavy metal "para menininhas", e fui experimentar os produtos de macadâmia australiana. Novamente: preços salgadinhos. No entanto, valem cada centavo. Tanto o condicionador de absorção rápida (efeito imediato, segundo a embalagem) e textura leve quanto o óleo de macadâmia australiana são cheirosos e super fáceis de aplicar, sem meleca e sem exagero. O efeito é mais duradouro e mais leve que o do óleo de argan, pelo menos pro meu cabelo tinturado e ressecado. Parece que a macadâmia australiana é o novo boom cosmético capilar, né?

Meu cabelo ficou muito mais bonito, brilhante e macio depois da associação desses três produtinhos. É um tratamento carinho, mas a duração tanto do produto FLP quanto dos produtos de macadâmia é muito boa. Não precisa aplicar grande quantidade de nada pra obter o efeito desejado. Eu curti muito e compartilho com vocês a dica!


Sonya Hydrate Shampoo 355 ml - R$70,00 (pode encomendar comigo que repasso pedidos pro marido!)
Condicionador Hidratação Máxima AMO Yenzah 200ml - R$30,80 (na Drogaria Venâncio)
Óleo de Macadâmia Australiana Yenzah 60ml - R$49,90 (na Drogaria Venâncio)

29 de setembro de 2012

Sobre caveirinhas e respeito.


Hoje quando saía de casa para ir a feira, fui parada por moças bem vestidas que entregavam panfletos sobre  Testemunhas de Jeová. Como sempre, sou muito educada e não desrespeito, de forma alguma, as coisas nas quais as pessoas creem, da maneira que creem. Ouvi, sorri, agradeci. Mas, no fim, como eu estava usando uma das minhas habituais camisas "de caveira", fui "marretada" por um comentário a respeito da vestimenta. E foi nessa hora que tive vontade de perder a compostura, muito embora não tenha perdido porque achei desnecessário discutir com alguém em plena manhã de sábado quando eu ainda teria um dia inteiro de coisas a serem realizadas pela frente.

É exatamente disso que eu não gosto. Se eu sou sempre tão respeitosa com a crença de todo mundo, por que as pessoas não podem respeitar a forma que eu me visto? Sim, porque "minhas" caveiras nada tem a ver com coisas religiosas! Aliás, nada tem a ver com nada! Tem gente que busca um monte de ideologia pra justificar a escolha de roupas com estampas de caveira, mas eu, particularmente, não tenho nenhuma. Gosto da estampa, me remete a um estilo mais "rock'n'roll" que curto e é só isso. Não, gente, caveiras não instigam morte, não são satânicas, não "desagradam" Deus/Deuses. Não, não e não. 

A caveira está em todos, não está? Você tem uma, eu tenho uma, debaixo dos músculos, da pele... Nós temos. É natural, faz parte da nossa constituição corporal e não é feio ou grosseiro. Ou desrespeitoso. Sabem o que é desrespeitoso? É, depois de eu ter sido a pessoa mais paciente e educada do mundo ouvindo o que aquelas pessoas tinham a me dizer, ter que ouvir que eu estava contrariando Deus e atraindo o mal com as minhas roupas. Ai, ai, ai, ai, ai... 

Não discuto com pessoas sobre suas crenças porque uma crença muito forte minha é a de que as pessoas podem (e devem) acreditar no que quiserem. Até porquê, de certa forma, isso traz qualidade de vida. Não, não estou criticando ateus, até porque ateus creem em outras coisas que não Deus/Deuses. E acreditar, seja em Deus, em Deuses, seja em você mesmo, faz bem! 

Olha, gente, moral disso tudo: eu gosto de estampa de caveira (aliás, estou aqui comprando mais uma blusinha pra minha coleção, hehehehe!) e não sou má pessoa e/ou vou para o inferno (que, para mim, é um conceito muito relativo) por conta disso. E eu fico realmente chateada de ser "atacada" com isso porque eu não ataco crença, vestimenta, comportamento de ninguém. Então, por favor, continuem crendo no que vocês creem e sejam felizes e bem resolvidos com isso enquanto eu estou feliz e bem resolvida com as minhas estampas de caveirinha que, como já disse anteriormente, nada dizem sobre a pessoa que sou ou sobre as atitudes que tomo!

Sejam felizes! Sejam sempre muito felizes!